quinta-feira, 29 de setembro de 2011

16 Dia Jejum - Eu e a Cruz?










E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.

Você já esteve sozinho em meio a uma multidão?

Eu pergunto sozinho e não se sentiu só?

Venha comigo para o momento da crucificação. Ande comigo no momento mais difícil antes da crucificação: carregar a cruz.

Jesus estava lá. Ele o nosso substituto, sendo ferido pelas nossas transgressões, sendo moído pelas nossas iniquidades, levando sobre si nosso castigo (Isaías 53:5).

O Aclamado das nações estava lá. O que a poucos dias ouvira hosanas daquele povo, agora estava lá sendo considerado pelo próprio povo que o quis fazer rei (João 6:15), maldito, pois seria levado ao madeiro (Deuteronômio 21:23/ Gálatas 3:13).

Jesus estava ali, diante de todos, mas ninguém dos quais viram dos seus milagres, foram curados, comeram da multiplicação dos pães e nenhum dos seus apóstolos gritou para ajuda-lo a carregar a cruz.
Sabe por quê?

Não queriam dar a entender que tinham parte naquela obra, mesmo depois do Senhor haver ensinado aos seus discípulos que “[...] qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14:27)

Agora você e eu, estamos exatamente neste ponto: Jesus com seu olhar nos olha e nos pergunta: vocês viram e farão parte desta cruz, minha cruz, ou serão meros expectadores?

Ao jejuar hoje, medite sobres as passagens que falam sobre a cruz e o sacrifício de Cristo. Veja Isaías 53 e nos evangelhos.

Será que eu e você temos que ser constrangidos como Simão, ou a exemplo de Cristo, iremos após Ele?

Permita o Espírito Santo ministrar em seu coração o coração de Cristo e o que ali se passava.

Saia do jargão “foi tudo por amor” e permita-se sentir o que está vivido nas escrituras sobre o calvário.

Há Amor, mais poucos o vivem.


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