“E constrangeram um certo Simão,
cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que
levasse a cruz.”
Você já esteve sozinho em meio
a uma multidão?
Eu pergunto sozinho e não se sentiu
só?
Venha comigo para o momento da
crucificação. Ande comigo no momento mais difícil antes da crucificação:
carregar a cruz.
Jesus estava lá. Ele o nosso
substituto, sendo ferido pelas nossas transgressões, sendo moído pelas nossas
iniquidades, levando sobre si nosso castigo (Isaías 53:5).
O Aclamado das nações estava
lá. O que a poucos dias ouvira hosanas daquele povo, agora estava lá sendo
considerado pelo próprio povo que o quis fazer rei (João 6:15), maldito, pois
seria levado ao madeiro (Deuteronômio 21:23/ Gálatas 3:13).
Jesus estava ali, diante de
todos, mas ninguém dos quais viram dos seus milagres, foram curados, comeram da
multiplicação dos pães e nenhum dos seus apóstolos gritou para ajuda-lo a
carregar a cruz.
Sabe por quê?
Não queriam dar a entender que
tinham parte naquela obra, mesmo depois do Senhor haver ensinado aos seus discípulos
que “[...]
qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.”
(Lucas 14:27)
Agora você e eu, estamos
exatamente neste ponto: Jesus com seu olhar nos olha e nos pergunta: vocês
viram e farão parte desta cruz, minha cruz, ou serão meros expectadores?
Ao jejuar hoje, medite sobres
as passagens que falam sobre a cruz e o sacrifício de Cristo. Veja Isaías 53 e
nos evangelhos.
Será que eu e você temos que
ser constrangidos como Simão, ou a exemplo de Cristo, iremos após Ele?
Permita o Espírito Santo
ministrar em seu coração o coração de Cristo e o que ali se passava.
Saia do jargão “foi tudo por
amor” e permita-se sentir o que está vivido nas escrituras sobre o calvário.
Há Amor, mais poucos o vivem.

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