quarta-feira, 28 de setembro de 2011

15 Dia Jejum - Submissão, a Chave para Autoridade Revestida!








Submissão...

Primeiro vamos definir duas palavras.

Investir: dar posse (dicionário).

Revestir: aparamentar-se de autoridade (dicionário). No hebraico é “tsaphah” que refere-se a expansão da área da visão, transferindo-a para ação (léxico de Strong).

Por muito tempo a aplicação da palavra submissão tem sido usada para honrar e respeitar as autoridades. No casamento a usamos para que os casais entendam que uma mulher somente pode se submeter quando há uma missão. Uma igreja demonstra submissão, quando ela exerce e trabalha no funcionamento da missão para aquele determinado corpo. Mas será que a noiva está realmente em submissão em relação à missão do noivo?

Existem dois tipos de autoridade. Dois níveis.

O primeiro é a autoridade investida. Ela se apresenta por meio de toda a obra que Cristo fez aos filhos de Deus. Este nível de autoridade é um pacote da salvação. Ela é investida para que por meio da palavra de Deus o filho do reino (João 1:13) tome posse das verdades e direitos adquiridos por meio da cruz. Ela não se manifesta, ela vem junto. Aprendemos com o tempo e maturidade a exercê-la. Mas seu campo de atuação é pessoal, e sua autoridade não move os céus para grandes milagres, para grandes ações e intervenções de Deus. A autoridade investida tem uma atuação pessoal.

Já a autoridade revestida. Ela vem por meio da submissão da noiva à missão de seu noivo. Ela é um aparamento espiritual, não para filhos, mas sim para os servos, ministros, reis, sacerdotes, ou seja, somente para quem ENTENDEU claramente a visão e missão do corpo aonde Deus o colocou como quis (1 Coríntios 12:18).

Esse nível de autoridade é dado como reconhecimento de Deus para os que estão em pleno funcionamento no corpo, DENTRO da “submissão funcional”:
Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxilio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.” (Efésios 4:16)

Reis e sacerdotes, não são títulos de filhos, mas de servos, pessoas em pleno funcionamento. Pessoas ajustadas à missão. Ligas pelo auxilio de todas as juntas que entenderam a missão. Que detém sua posição no corpo de Cristo. Que entendem qual é a sua parte na missão.  Levam o aumento do corpo. Estão na edificação da igreja do noivo, resumindo, isso é submissão.

É somente no segundo nível de autoridade que os céus se movem, por causa do propósito estabelecido por Deus para cada anjo de cada igreja como Ele quer, segundo o seu querer e efetuar.

Veja:

Isaque viveu milagres, por que não só entendeu a missão dada a Deus a seu Pai Abraão, como funcionou por meio dela, se ajustou a ela, se manteve ligado a ela. Entendeu sua parte e operou por meio dela proporcionando o aumento, o cumprimento da Vontade de Deus. Isaque se submeteu por isso os céus realizaram na terra o que já estava sendo realizado lá (Mateus 6:10).

Pessoas como José, Josué, Elizeu, os apóstolos e os homens conhecidos como heróis na fé, vivenciaram e moveram os céus, por que não estavam na esfera da autoridade pessoal ou a autoridade investida. Eles se moveram por se submeterem a missão de Deus, do Reino. Deixaram o CONFORTO da autoridade de filhos, para assumirem a responsabilidade de reis e sacerdotes, ou seja, servos do Reino, sendo revestidos de uma autoridade capaz de fazer o sol parar (Josué 10:13). Tornarem-se ministros de um reino material (Genesis 41:41-44). As aguas amargas de um rio tornarem-se doce (2 Reis 2:19-22). De ser arrebatado de um lugar ao outro (Atos 8:39-40). E muitos outros milagres.

Uma igreja irá viver milagres, maravilhas e prodígios quando cada membro entender o porquê Deus o colocou ali.

Entender a missão daquele corpo especifico (1 Coríntios 12:18) por meio da visão do anjo da igreja, é fundamental para crescimento. 

Quando cada membro, como noiva de Cristo, assumir a responsabilidade de reis e sacerdotes, através de uma submissão funcional (Efésios 4:16) e então, sejam revestidos de autoridade a ponto de mover os céus, sendo eles mesmos mecanismos de Deus para ativação da manifestação da glória de Deus na terra, pois ela já manifesta-se e age nos céus (Mateus 6:10).

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