“E perdoa nossas dividas, assim
com nos perdoamos aos nossos devedores; por que se perdoardes aos homens as
suas ofensas, também vosso Pai celestial os perdoará a vós; Se, porém não
perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as
vossas ofensas.” (Mateus 6: 13, 14 e 15)
Perdão...
Nunca foi algo fácil. Provamos
que queremos obedecer quando o perdão se torna o “terror” do orgulho. Do nosso
orgulho.
O final da oração do Pai Nosso
é o começo de tudo!
Éramos inimigos de Deus e
estávamos destituídos de sua presença.
Dominados pela carne, seduzidos pelo
mundo e escravos do pecado; essas eram as correntes do inferno e seus grilhões
com que satanás e seus demônios nos mantinham a rédea curta.
Mas o Filho de Deus se
manifestou como homem, nascido de uma mulher (Lucas 1: 28-38). Homem Deus e
Deus homem (Hebreus 1:1-3/ Filipenses 2:6) se deu por sacrifício vicário
perdoando os nossos pecados e nos reconciliando outra vez com o Pai (2
Coríntios 5:19/ Efésios 2:16), ou seja, Ele nos perdoou.
E é aqui, que nos é pedido dar
o exemplo do Pai, por meio de seu Filho Jesus, nos ensinando a perdoar assim
como fomos por Ele.
Perdão não é sentimento, é
obediência. É o tratamento de Deus sobre nosso orgulho. É a raízes da
humildade. O perdão ocorre nos bastidores da reconciliação. É o lugar onde
somos prensados, nosso Getsêmani. O jardim do cumprimento da Vontade de Deus,
não a nossa (Mateus 26:39).
O jejum não vai eximir a mim ou
a você da responsabilidade da reconciliação com o irmão, marido, filhos,
cristãos e outros por meio do perdão.
A oração do Pai Nosso termina
onde começou o exemplo de Jesus: perdoando pecados.
O seu exemplo começa onde
“terminou” o de Jesus: crucificando a sua carne, seu orgulho e o seu eu.
Jesus não era orgulhoso, não
era egocêntrico, mas foi crucificado pro meio de sua carne, por causa de nossos
pecados. Um justo por muitos injustos.
Unigênito do Pai abriu mão
desta condição para ser o Primogênito dos muitos filhos do Pai. (1 João 4:9/
Romanos 8:29)
Jejue é peça a ajuda de Deus
para dar o exemplo do perdão na prática. Vá até a pessoa que você sabe que fez
alguma coisa e peça perdão a ela e reconcilie-se. Se o contrário for
verdadeiro, ou seja, não você, mas a pessoa que o ofendeu ou magoou, siga
exemplo de
Jesus: nós éramos inimigos, não Ele. Nós éramos os ofensores, mas
não Ele. Entretanto, foi Ele quem veio para nos perdoar e nos reconciliar com o
Pai. Vá até a pessoa e siga o exemplo do Mestre.
Ai sim posso dizer que fomos
sinceros ao jejuar: ao aprender a perdoar.
Te amo em Cristo.

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