“Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos.” (Salmos 32:8)
Bolívia, setembro de 2009. Já faziam nove meses que estava no campo de missões no Estado de Santa Cruz de la Sierra.
Minha esposa e eu estávamos como missionários pela ‘Missión Sin Fronteras’ dirigida pelo Pr. Filadelfo Paz de Lira. Nove meses se passaram, e agora o Senhor nos estava enviando para a fronteira com o Brasil, onde ficaríamos na cidade de Quijarro, cidade boliviana.
Íamos assumir o trabalho do Pr. Wagner, dando assim continuidade. Foi no segundo dia após a nossa chegada que tivemos nosso primeiro desafio.
O Pr. Wagner disse-me que estava cuidando de uma família com certa escassez financeira. A dona da casa para onde me levou, seu nome não há como esquecer, chama-se Luz, ‘doña Luz’.
Sua alegria sobrepujava suas necessidades. Que simpatia!
Mas naquela tarde, seus olhos estavam opacos. Sua vida recheada de preocupação. Fizera vinte dias que sua filha estava sobre acompanhamento médico.
O motivo: a menina de mais ou menos sete anos, estava brincando com os demais amigos quando caiu cobre um pedaço de ferro, que entrando pelo lado inferior da coxa, atravessou a perna. O Pr. Wagner as estava levando para o hospital da cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul, no Brasil, a treze kilômetros da cidade de Quijarro.
O motivo: a menina de mais ou menos sete anos, estava brincando com os demais amigos quando caiu cobre um pedaço de ferro, que entrando pelo lado inferior da coxa, atravessou a perna. O Pr. Wagner as estava levando para o hospital da cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul, no Brasil, a treze kilômetros da cidade de Quijarro.
Sua perna não mexia. Estava esticada e rígida pelo medo e pela dor que sentia a pequena menina. A ferida estava tomada pelo pus. Sua tristeza me comoveu.
Pensei comigo: “Senhor por que estou aqui?”
Enquanto pensava, fui interrompido pela última noticia dado pelo médico a eles de que caso não houvesse melhoria e o pus não saísse, seria necessário amputar a perna.
Lembro-me como se fosse hoje. Sem pensar, num impulso de graça de Deus, quase gritei: “Não jamais, Deus não permitirá!”
Quando pensei no que havia dito, vi que me comprometi.
Pensei sobre o que havia para oferecer.
Pensei sobre o que havia para oferecer.
“Portanto, eis que lhes farei conhecer, desta vez lhes farei conhecer a minha mão e o meu poder; e saberão que o meu nome é o SENHOR.” (Jeremias 16:21)
Naquele momento a voz doce do Espírito Santo me falou: “Fale para ela do Amor de Jesus, leve-a aceitá-lo e depois a guie em oração ao Pai.”
Nossa! Pensei comigo. Só isso e tudo melhorará.
Lembro-me que o Pr. Wagner e eu passamos os próximos 30 minutos contado sobre quem era Jesus, o Filho de Deus, suas obras e seu Amor e como seus atos de justiça, sua morte e ressurreição ainda continuam salvando e curando.
Comecei ver dois pares de olhos brilharem. Sim, eles cintilavam como estrelas em meio ao um céu sombrio. Seus dentes já despontavam com um sorriso.
O Espírito Santo estava trabalhando, havia poder de Deus e salvação naquele momento. O Deus que dissera a dois mil anos atrás “Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus.”(Lucas 18:16), estava lá. A alegria que irradiava daquele menina provava isso.
O Espírito Santo estava trabalhando, havia poder de Deus e salvação naquele momento. O Deus que dissera a dois mil anos atrás “Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus.”(Lucas 18:16), estava lá. A alegria que irradiava daquele menina provava isso.
Pensei mais o menos comigo que quando eu orasse Deus a curaria. Seria um milagre!
Perguntei à senhora Luz se ela também queria fazer a oração para aceitar a Jesus, a mãe respondeu que já tinha sua religião. Tendo a resposta comecei a orar.
Em meio à oração, o Espírito Santo me disse: “você virá todos os dias aqui para fazer o que eu te dirigir. Trate a ferida com um pano limpo e água quente.”
Perguntei a mim mesmo: "Deus, cadê o milagre? Cadê a menina saltando como o coxo que curado saltava?" (Atos 3:2-10)
Deus conhecia minhas expectativas. Não foi sua intenção frustrar a minha fé, pois Ele sempre nos honra quando somos movidos por ela. O Pai tinha uma obra ainda maior. Linda e salvífica.
Perguntei a mim mesmo: "Deus, cadê o milagre? Cadê a menina saltando como o coxo que curado saltava?" (Atos 3:2-10)
Deus conhecia minhas expectativas. Não foi sua intenção frustrar a minha fé, pois Ele sempre nos honra quando somos movidos por ela. O Pai tinha uma obra ainda maior. Linda e salvífica.
Antes de sair, expliquei que Deus fala conosco. E comecei a falar de como a morte e ressurreição de Cristo nos leva a ter uma comunhão com Deus a ponto de também poder aprender a ouvi-lo. Disse-lhes que voltaria no dia seguinte para tratar dela como Deus pediu.
Nos dias que se passaram fiz exatamente o que o Espírito Santo me falou.
Um pano úmido com água quente sobre a perna, dia após dia.
Ao terceiro dia começamos a ver o pus a sair da perna, foi quando fui novamente orientado a fazer com que ela dobrasse de pouco a pouco a sua perna, e assim, movimentá-la. Ao quinto dia aquela menina já andava normalmente. Nesse dia chegando no hospital o médico perguntou com que a mãe a estava tratando? Respondeu a mãe: “Com Deus! Ele a tem curado!”
Um pano úmido com água quente sobre a perna, dia após dia.
Ao terceiro dia começamos a ver o pus a sair da perna, foi quando fui novamente orientado a fazer com que ela dobrasse de pouco a pouco a sua perna, e assim, movimentá-la. Ao quinto dia aquela menina já andava normalmente. Nesse dia chegando no hospital o médico perguntou com que a mãe a estava tratando? Respondeu a mãe: “Com Deus! Ele a tem curado!”
Naquela tarde, cinco dias após nosso primeiro encontro, novamente o Amor de Deus se manifestou, pois a mãe que não queria aceitar a Jesus em oração por ter uma religião, pediu para que nós orássemos por ela, por que em cinco dias ela viu o que Jesus pode fazer.
E ela também o aceitou!
Jesus nunca veio com o propósito de que você e eu tivéssemos uma religião.
E ela também o aceitou!
Jesus nunca veio com o propósito de que você e eu tivéssemos uma religião.
Não veio para ser só um curandeiro, por que não O é.
Não veio só para solucionar seus problemas.
Ele veio para que no gesto da cruz te amasse como ninguém.
E quando ressuscitou, para que o Amor Dele levasse você a estar com Ele por toda a eternidade.
Aquela família provou do maior milagre já visto na face da terra: Jesus os salvou!
Hoje eles sabem que Deus fala e eles querem ouvi-lo.
E você, gostaria de permitir que Deus o salve e fale com você?
Jesus te ama, saiba disso.

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